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Cultura

Vestígios em cachimbos indicam que Shakespeare fumava Cannabis

Na Inglaterra do século XIV, planta não era estigmatizada

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O que inspira os maiores dramaturgos da história? Narrativas sobre amor, política e relações familiares ganharam fama pelas mãos de William Shakespeare, que viveu na Inglaterra no século XVII. O que ainda não se sabia, no entanto, é que a Cannabis pode ter ajudado no processo criativo do dramaturgo.

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Durante escavações em sua casa em Stanford-upon-Avon, pesquisadores sul-africanos encontraram 24 fragmentos de cachimbos. A ideia inicial era de que foram usados para fumo de tabaco, mas uma análise química comprovou que oito deles possuíam vestígios de Cannabis.

Suas produções literárias também contêm passagens de possíveis referências canábicas. Nos Sonetos, especificamente o de número 76, existe uma descrição da “invenção de em uma erva notável”.

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O fato pode parecer uma surpresa – “como Shakespeare era avançado para sua época!”, diriam alguns. A verdade, no entanto, é que a planta não constituía um tabu naquela época. Pelo contrário, era a segunda principal cultura agrícola da Inglaterra, perdendo apenas para o trigo, mais importante fonte de alimentação do país.

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O que diriam os contrários à legalização se soubessem que Romeu e Julieta, Hamlet e Macbeth podem ter sido escritas sob o efeito de Cannabis?