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Legislação

Tailândia prioriza desenvolvimento da Cannabis medicinal

Novo governo colocou medida entre “políticas urgentes”

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A política na Tailândia tem vivido anos de tensão sobre sua democracia. Após um golpe de Estado em 2014, o país passou a ser governado por uma junta militar. Apesar da situação, no entanto, foi esse grupo que legalizou a Cannabis para fins medicinais no final de 2018 e agora planeja desenvolver a produção nacional de forma a alcançar o protagonismo tailandês como exportador da planta.

Depois das eleições, que aconteceram em 25 de março, a nova administração tomou posse no dia 16 de julho. Os membros fazem parte da junta militar liderada pelo general Prayut-Chan ocha, que governou o país desde meados de 2014, além de pessoas dos 19 partidos da coalizão vencedora.

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De acordo com as “12 políticas urgentes”, “o fomento da pesquisa e o desenvolvimento da tecnologia para o uso da maconha, do cânhamo e das plantas medicinais na indústria de saúde e outros produtos, a fim de criar oportunidades econômicas e gerar renda para a população” é uma das prioridades do governo.

O novo ministro da Saúde é Anutin Charnvirakul, que foi candidato a primeiro-ministro pelo Bhumjaithai. Seu partido colocou o fomento da produção canábica como centro do programa eleitoral.

A estimativa da Thai Cannabis Corporation (TCC) é de que a Tailândia arrecade US$ 4 bilhões de dólares anuais com a exportação de Cannabis, número que representaria 1% de seu PIB.