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Deputada do PSL deleta conta no Twitter após descoberta de posts sobre Cannabis

Parlamentar ficou conhecida por ter criado canal de denúncias para fiscalizar professores

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A deputada estadual Ana Caroline Campagnolo, do PSL de Santa Catarina, apagou sua conta no Twitter após alguns posts antigos terem sido revelados pelo youtuber Cauê Moura. O motivo? Nas publicações, Campagnolo faz referências ao consumo de Cannabis.

Em postagem de 2012, a deputada destaca algumas letras para formar o nome da planta, dizendo que precisava de “alguma (c)ois(a) para co(n)seguir estud(a)r (b)em rap(i)dinho esses artigo(s)”.

No mesmo ano, ela publicou uma pergunta:“O que farei nessa primeira semana de férias, sozinha em casa? Tomar Fluoxetina ou Cannabis?”. Em tom de ironia, Cauê respondeu: “Pode ser cannabis deputada, mas com responsabilidade”.

Outras personalidades também comentaram os tuítes de Ana, que refutou as acusações. “(Estão) dizendo que o quadro de Tolstoi é do Lênin e me chamando de ‘maconheira’ por causa de tuítes de 2012 ironizando manés que se drogam na faculdade”, defendeu-se a deputada.

“Tivemos que desativar o tuíter, por ora, de tanto maconheiro comemorando equivocadamente e me marcando. Brinquem à vontade, mas não esqueçam que eu fiz Proerd”, argumentou.

No ano passado, Campagnolo ficou conhecida pela criação de um canal de denúncias para que os alunos enviassem vídeos de professores “doutrinadores”. Ela também gerou polêmica ao se dizer “anti-feminista”, recusando-se a fazer parte de uma frente de mulheres na Assembleia Legislativa.

Em 2012, quando as publicações de Ana foram feitas, a Cannabis recreativa ainda não era legalizada no Uruguai, no Canadá e no estado da Califórnia (EUA) – e, muito menos, no Brasil. Passado algum tempo do início da experiência de legalização, qual será a opinião da deputada atualmente?