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E se o Carnaval tivesse Cannabis legalizada ao invés do álcool?

Discussão sobre redução de danos ainda seria necessária

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Os fabricantes de bebidas alcoólicas são os principais patrocinadores do Carnaval. Tomar uma cervejinha no meio da folia potencializa a animação e, de quebra, ajuda a refrescar o calor que beira os 40ºC do verão brasileiro. A diversão do álcool, no entanto, também tem efeitos colaterais que chegam a ser bastante graves, caso o uso não seja feito com moderação e com precauções – a chamada redução de danos. Amnésia, vômito e coma alcoólico são alguns dos problemas que o consumo excessivo de álcool pode causar. Mas, e se, ao invés do álcool, a Cannabis fosse legalizada? Água com CBD, limonada com THC e tônica para escolher entre sativa, indica ou híbrida.

Talvez, a trilha sonora mudasse um tanto. Imaginem só, os grandes blocos de Salvador e do Rio de Janeiro tocando um reggae do Planta e Raiz ou o rap do Marcelo D2- com toda a certeza, já existem grupos desse tipo. No entanto, seria bastante diferente um rasta subindo no trio ao invés da Claudia Leite, não é mesmo?

Foliões vomitando, provavelmente, seria algo difícil de se ver. Algumas exceções seriam aqueles que “se entupiram” com o hot dog dos vendedores ambulantes. Aliás, comercializar alimentos seria um negócio ainda mais rentável nesse contexto de muita “larica”.

A redução de danos não deixaria de ser importante. Hidratar-se com frequência, evitar o consumo de cigarros com procedência duvidosa e não misturar Cannabis com outras substâncias psicoativas são alguns dos cuidados que deveriam ser tomados.

Deixamos a ideia apenas para a imaginação de vocês. Quem sabe num futuro próximo?