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Maria Zilda Bethlem defende Cannabis: “as pessoas dão risada, contam histórias”

Famosa na década de 1980, atriz está no ar em “Pico da Neblina”

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Foi na novela “Guerra dos Sexos”, em 1983, que Maria Zilda Bethlem ganhou destaque nacional. Entre vários papeis e produções, a atriz participa agora da série “Pico da Neblina”, na qual interpreta a mãe de um ex-traficante – ela recebe Cannabis do filho para resolver o problema da falta de apetite devido ao tratamento de câncer.

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“Minha personagem sofre de câncer, vive sem apetite, e o filho garante que a maconha vai fazê-la melhorar. Ele dá pra ela, a mulher engorda, mas fica doidona”, contou Zilda em entrevista ao blog do Paulo Sampaio.

Na vida real, a relação da atriz com a planta também é bastante positiva. Ela acredita que “um baseado não estimula a agressividade em ninguém”, diferentemente do álcool, que, contraditoriamente, é legalizado. “(Quando usam Cannabis) As pessoas dão risada, contam história, falam loucuras, dormem…Não é como o álcool, que sujeito vai lá, compra um copo de cachaça por R$ 2, toma três e, se não estiver em um dia bom, sai querendo matar meia dúzia”, disse, em meio a histórias sobre a carreira e vida em geral.

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O consumo de álcool, agora é visto por ela de forma mais cuidadosa. Isso aconteceu devido a episódios de “amnésia”após a ingestão de produtos destilados, algo que a levou a um neurologista. “De repente, eu tinha um apagão durante uma festa e no dia seguinte eu não me lembrava de nada. Nunca sentia dor de cabeça, de estômago, coisa nenhuma. Só ressaca moral. Era horrível quando me lembravam o que eu tinha feito”, contou, revelando que passou a beber apenas fermentados, como vinho e champanhe.

Maria Zilda também vislumbra o aproveitamento do potencial econômico da Cannabis em meio à crise brasileira que se arrasta há vários anos. Sua opinião é de que a planta “economicamente resolveria o problema da dívida externa do Brasil”.