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No Uruguai, cheiro de Cannabis atrasa início de partida de basquete

Fato inusitado interrompeu a disputa em mais três momentos

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Todo mundo já sentiu um aroma”diferente” ao caminhar pela rua de uma metrópole ou durante alguma festa mais “descolada”. O cheiro de Cannabis sendo queimada, a tradicional “marola”, é inconfundível. Agradável para alguns, irritante para outros, mas impossível de passar despercebida. Foi assim que aconteceu no Uruguai, durante uma partida de basquete no último dia 24: seu início foi adiado devido ao odor que vinha das arquibancadas e invadia os vestiários.

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O embate foi disputado no ginásio Larre Borges, em Montevidéu, entre o Unión Atlética, dono da casa, e o Peñarol. Válido pela Liguilla del Metro, divisão de acesso do basquete uruguaio, o jogo foi paralisado ainda mais três vezes por causa da continuidade da “festa canábica” da torcida.

Aparentemente, os principais responsáveis eram os adeptos do Peñarol, cujo time de futebol tem enorme prestígio na América do Sul, mas nem tanto assim no basquete. Tanto que foram derrotados pelos mandantes: 78 a 73.

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O consumo de Cannabis é legalizado no Uruguai, mas não é permitido em locais fechados. Uma regra que pode descontentar os fãs canábicos, mas importante para evitar a “brisa” de que não a quer no momento. Imagina se os jogadores em quadra são “pegos pela onda” e punidos no exame anti-doping? Seria algo ainda mais inusitado!

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