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Como o mercado ilegal de CBD prejudica pacientes que precisam da substância

No Reino Unido, 75% dos usuários conseguem a substância de forma proibida

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Somente no Reino Unido, estima-se que até meio milhão de cidadãos façam uso da Cannabis com fins medicinais. Porém, de acordo com o estudo do United Patients Alliance, 75% das pessoas buscam seus medicamentos ilegalmente.

Existem os casos como o de Alfie, que já contamos aqui no Cannabidiol Brasil, que buscou na Holanda a legalidade para o uso da substância.

Apesar da indústria crescer rapidamente, apenas o setor de suplementos alimentares de óleo de cânhamo está em pé de igualdade ao dos Estados Unidos – deste mesmo estudo, 8% das pessoas consomem o produto em forma de suplemento. Tudo que abrange o gênero da planta é proibido no Reino Unido, inclusive o cânhamo livre de THC. Somente os talos e as sementes podem ser usados na fabricação de produtos para consumo humano.

Uma grande questão a considerar é que, como cliente, não há garantias de que o produto esteja rotulado corretamente – uma vez que a Cannabis é ilegal, a substância é testada no exterior sem regulamentação ou supervisão. Isso influencia na qualidade, falta de oferta e preço excessivo, que atraem oportunistas nesse tipo de serviço.

“O governo deve deixar de lado os anos de cautela em relação à política de drogas e apoiar esse projeto de lei. Os pacientes devem se beneficiar de um suplemento alimentar natural, seguro e terapêutico”, comenta Jon Liebling, diretor político da United Patients Alliance, que faz campanha para um Reino Unido no qual os pacientes podem acessar legalmente Cannabis medicinal para tratar suas condições crônicas.

Fonte: Politics.