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Saúde

Australianos não conseguem ter acesso à Cannabis

Estados Unidos passam a ser opção de tratamento para pacientes

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Depois de muita procura por um médico que pudesse prescrever legalmente a Cannabis medicinal, Stephen Taylor cedeu ao mercado ilícito. Ele passou a cultivar a planta para extrair o óleo e tratar suas filhas Ariel, de 25 anos, e Morgan, de 21.

Ambas sofrem da doença de Crohn, uma enfermidade que inflama gravemente o trato gastrointestinal, afetando principalmente o intestino delgado e o grosso. E é com o canabidiol que elas podem sentir alívio dos sintomas e desconfortos causados pela doença.

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Stephen chegou a ser culpado pelo cultivo ilegal, porém sem nenhuma condenação por ter recebido um vínculo de bom comportamento por seis meses.

Após tanta luta, Morgan conseguiu acesso ao CBD por meio do governo federal, mas para tratar sua dor crônica – de tantas vezes que entrou e saiu do hospital – e não pela sua condição com Crohn. Ou seja, sua irmã Ariel nem foi considerada a obter o tratamento, pois está mais estável.

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A família tem cogitado sair da Austrália para não depender dos entraves legais que estão enfrentando. “É uma pena não podermos fazer nossa Cannabis no nosso próprio país”, lamenta Stephen.

Caso a medicação não tenha efeito em Morgan e encontrem mais dificuldades para que Ariel também inicie o tratamento, os três pretendem mudar-se para os Estados Unidos em breve.

 

Fonte: ABC.