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Saúde

Família de menino com epilepsia e autismo pede ajuda para comprar canabidiol

Tratamento também depende de outros remédios e terapias

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Na cidade de Santa Cruz do Sul (RS), a família do garoto Kauê Petrick da Cruz pede ajuda para conseguir melhorar a qualidade de vida do pequeno. Ele tem apenas 4 anos de idade e foi diagnosticado com autismo aos 2 e epilepsia de difícil controle há oito meses.

“Ele é um amor de criança, tem 4 anos mas tem tamanho de uns 7 ou 8 anos, ele é grandão e forte. A gente luta por ele todos os dias e vamos sempre lutar. Não é fácil, mas para ele deve ser mais difícil ainda, porque não tem como dizer onde dói ou o que sente”, conta Angélica Pinheiro, mãe do menino.

“Desde que soube do autismo já foi uma grande luta, muitas terapias, médicos, consultas e remédios, porque ele tem o autismo severo”, descreve Angélica, que precisou fechar uma lancheria para poder se dedicar aos cuidados de Kauê. Lair da Cruz, seu marido, abriu mão de outro empreendimento – uma oficina mecânica – com a mesma finalidade.

“Eu tinha uma boa clientela, mas como vivo até hoje no hospital com ele, não tinha como continuar. Meu marido também fechou a oficina, atualmente ele faz bicos de eletrônica e conserto de máquinas”, explicou a mãe.

Atualmente, o tratamento de Kauê envolve fisioterapia, ecoterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional, atividades que realiza na Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), além de utilizar vários medicamentos. A Luz Azul (Associação Pró-Autismo de Santa Cruz do Sul), também fornece suporte, tendo uma família da Associação doado uma cadeira de rodas para Kauê.

Apesar dos esforços e luta dos pais, amigos e entidades, Kauê segue tendo crises convulsivas e internações. Nesse contexto, seu médico receitou o canabidiol, que cada vez mais é utilizado em pacientes com epilepsia e autismo. Atualmente, no entanto, a única forma legal de obtenção de remédio é sob importação, algo que chega a custar alguns milhares de reais mensalmente.

“A epilepsia dele não tem cura, nunca vai parar totalmente, mas se tiver sob controle pode espaçar mais as convulsões uma da outra e melhorar”, reforçou Angélica.

Gostaria de ajudar? Abaixo, segue o telefone da família e os dados da conta bancária para realização de doações.

 

Telefone: (51) 996343448

Dados para depósito:

Banrisul

Agência 0340

Conta 35.197882.0-3

Em nome de Lair da Cruz